29.10.2026 23H35
A tecnologia da Starlink sem antena permite que celulares se conectem de forma direta a satélites, sem a necessidade de antenas parabólicas ou acessórios adicionais. Assim, o recurso auxilia usuários que frequentam zonas rurais, rodovias ou locais isolados sem cobertura de rede tradicional. No Brasil, a operadora Vivo já iniciou a liberação gradual dessa facilidade para clientes selecionados.

Portanto, o serviço batizado de Vivo Satélite utiliza a infraestrutura de órbita baixa para viabilizar o uso de aplicativos essenciais como o WhatsApp, Google Maps, Apple Maps, além do envio de mensagens de texto. Além disso, a Anatel estendeu até abril de 2029 a permissão para a empresa testar a modalidade em território nacional.
Quais aparelhos funcionam com a tecnologia?
Embora ainda não exista uma relação definitiva e oficial divulgada para todo o ecossistema brasileiro, análises de mercados internacionais apontam diversos modelos recentes preparados para o suporte via satélite. Enquanto isso, marcas tradicionais como Samsung, Apple e Motorola encabeçam os lançamentos recentes com hardwares compatíveis.
Entre os celulares que vão funcionar com Starlink sem antena, estão:
- Samsung Galaxy S26 (a partir de R$ 4.799);
- Samsung Galaxy S26+ (a partir de R$ 8.279);
- Samsung Galaxy S26 Ultra (a partir de R$ 6.749)
- Samsung Galaxy S25 (a partir de R$ 3.894);
- Samsung Galaxy S25 Ultra (a partir de R$ 5.611)
- Samsung Galaxy A57 (a partir de R$ 1.899);
- Apple iPhone 18 Pro (a partir de R$ 11.999);
- Apple iPhone 17 (a partir de R$ 8.299);
- Apple iPhone 17e (a partir de R$ 5.999);
- Motorola Signature (a partir de R$ 5.399);
- Motorola Edge 70 (a partir de R$ 2.984);
- Motorola Razr 60 (a partir de R$ 3.299);
Para utilizar o recurso de Starlink sem antena, o consumidor precisa possuir uma linha elegível, um smartphone com chip compatível e manter o roaming de dados ativado com visibilidade aberta para o céu. No entanto, vale ressaltar que a alternativa atua como um suporte para emergências e não substitui completamente as redes terrestres convencionais 4G e 5G.
Fonte: canaltech


